domingo, 23 de dezembro de 2012

Metáfora

De un Salvador hasta una isla.
No se podría tener más metáfora que tengo ahora.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Ilhas

Está na hora de nadar
Sair dessa ilha
E mergulhar em outro mar.
Há um oceano no meio
Só falta remar
E vencer o tempo feio.
Falta bem pouco
Segura a ansiedade
E solta esse coração louco.
Já já vem a liberdade.
No caminho das ilhas
Tudo pode acontecer
Vou percorrer as milhas...
Quem sabe? Encontrar você.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Dança

Era pra ser uma dança
Com os atos levando ao dueto,
as fantasias fazendo sentido.
As formas tomando emoção,
Os sorrisos cheios de razão,
Os barulhos em um sonido.
Mas minhas palavras não dançam.
Seguem aleatórias, sem harmonia
Nenhum ritmo as contagia...
Estão soltas sem direção.

As palavras foram feitas pra dançar
Pra voar da boca ao chão
Pra sair da minha e na sua mergulhar
E o silêncio ser um delicioso palavrão.
Mas minhas letras estão sós...
Não sabem dar as mãos.
Tento correr com as vozes
Que saem do meu coração.

Esse samba perdeu a raiz
Nem bale, break ou proibidão.
Enquanto minhas palavras não dançam
Tudo que sai da minha garganta é solidão.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Desperada

Como sí puede
Sufrir por no tener un amor
Llorar por ese vacío
Por un corazón que no siente.
Quisiera yo sufrir por amor
Por qué alguien no sabe amar
Por qué las rutas de la vida han de cambiar
Quisiera yo sufrir del amor...
Cuando la noche llegar
Yo se que en mi corazón no hay nadie
Y ese es el peor de todos los sufrimientos
Que alguien puede tener
Yo no se vivir sin amor
Me duele tanto tanto...
Aún tuviera yo alguien por quien sufrir...
Necesito amar más que yo.
Donde esta, mi amor?

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Aos 28.

Aos 28.
Nem lembro o que pensei, quando era mais nova, sobre como eu estaria nessa idade. Lembro de algumas brincadeiras bobas de menina em que a gente dizia com quantos anos iria casar e ter filhos, quais seriam as profissões, onde moraríamos quando fossemos adultas...

Bem, eu sou adulta. Eu acho. E lembro perfeitamente que nesses joguinhos eu nunca fui capaz de definir meus planos. Talvez por não ter essa preocupação toda com o "e agora", ou por acreditar que há formas de "foram felizes para sempre" que não são tão convencionais.
Nunca fui boa de fazer planos. Mas de alguma forma estou tendo a minha vida de conto de fadas.

Ter uma família como a minha não é só uma sorte. Como diz o clichê: é um presente que a vida me deu.
Meus pais são pessoas iluminadas, sempre dispostos a estar do meu lado sem nunca esquecer de perturbar um pouquinho. Meus irmãos mesmo longe fisicamente são meus grandes amigos e trouxeram duas mulheres pra família que, sem ter peito pra admitir, em ato falho já chamei de irmãs.
Meus tios e primos também fazem parte dessa união, que me faz ter muito prazer em estar com a familia.

Meus amigos são ooootemos! Escolhidos aos montes mas nem por isso menos importantes. Fico muito muito feliz em saber que sou capaz de agregar tantas pessoas ao meu redor! E posso dizer modestamente que não preciso fazer muito esforço pra isso, não!

Os príncipes que conheci até agora não foram muito convincentes.
Imagino que deve ser difícil desdobrar alguém como eu, independente e... Alta!
Mas tudo tem seu tempo.

Amo escrever! Adoro fazer o que faço, apesar de ter de vez em quando do que reclamar e de sonhar com um aumento digno de ganhador da mega sena.

Eu realmente não faço planos. Não sei planejar nada além de uma viagem pelo mundo.
Mas ta aí! Esse plano de sair vivendo assim, intensamente aos poucos têm dado certo.
Os percalços até vêm de vez em quando. Mas só pra me lembrar das tantas coisas positivas que tenho por perto.

E assim como eu não sabia imaginar o meu futuro aos 9, ainda não faço ideia de onde estarei com o passar dos anos.
Só sei que sempre com a dieta ao meu lado, minha fiel inimiga.
E com certeza Correndo muito por aí!
Obrigada a todos por fazerem parte desses 28 anos. Nunca poderia imaginar que teria tantos esses motivos para ser feliz.

domingo, 25 de novembro de 2012

Palabras

Si supiera escribir en español
Un poco más que creo
No estaría más por acá
Si no en un mundo nuevo.
Mis palabras son latinas
Como oí por allá
Y se que no es mentira
Yo soy mismo más que acá.
Mis sentimientos en español
Me parecen más fuertes
Portugués es mi lengua
Más no la lengua de mi poesía.
Puedo escribir todo.
Sea en la lengua que quiera
Más no se sentir tanto
Cuando sinto en esa cultura.
Puedo temer mi dolor
Y olvidar mis palabras
Más se que no hay emoción más grande
Que decir sin gaguear
Para todo el mundo oír
Yo soy enamorada por ese lugar.

sábado, 24 de novembro de 2012

Mensaje

En cuanto digo adiós:
He llegado el momento de borrar,
Un mensaje que no puedo olvidar
Surge de sorpresa al fin del día.

Ya pensaba en nunca más
No me ponerla más en ese lugar
Más viene otra vez el chavo
Cuando no se adonde mirar.

Adelante quería seguir
Sin pensar en otro tiempo
Todavía no me olvidé aún
De aquel sentimiento.

Ahora otra vez vuelvo, es revés:
Y no hay un nuevo argumento
Para dejar todo que pasó a detrás.

Continuo buscando una salvación
Por rostros que no estoy mirando
Y así continúa mi corazón
Sólo, en silencio...
No estoy amando.