En cuanto digo adiós:
He llegado el momento de borrar,
Un mensaje que no puedo olvidar
Surge de sorpresa al fin del día.
Ya pensaba en nunca más
No me ponerla más en ese lugar
Más viene otra vez el chavo
Cuando no se adonde mirar.
Adelante quería seguir
Sin pensar en otro tiempo
Todavía no me olvidé aún
De aquel sentimiento.
Ahora otra vez vuelvo, es revés:
Y no hay un nuevo argumento
Para dejar todo que pasó a detrás.
Continuo buscando una salvación
Por rostros que no estoy mirando
Y así continúa mi corazón
Sólo, en silencio...
No estoy amando.
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Mãos do dia
Ele segura a minha a mão como se o mundo fosse acabar.
Não sabe que não precisa apertar com toda a força que faz, mas não quero largar. O meu dia só começa a essa hora. Mesmo depois do café da manhã e de sujar as mãos no jornal.
O dia só amanhece quando ele me dá a mão.
Durante todo um hiato cujas horas correm na contramão, só penso, penso fundo, em acabar a solidão.
Ele vai estar lá ao fim do dia, mas é uma agonia esperar pelo final.
Como crianças a espera do recreio ou milhos de pipoca na panela.
Enquanto passo esse tempo, nesse intervalo quase que de vida, tento viver a minha, sempre uma corrida.
Todos os dias são iguais. Um vício da expectativa, de ao final daquele dia, ele pegar a minha mão e dizer novamente o que se diz por aí de mãos dadas.
Não sabe que não precisa apertar com toda a força que faz, mas não quero largar. O meu dia só começa a essa hora. Mesmo depois do café da manhã e de sujar as mãos no jornal.
O dia só amanhece quando ele me dá a mão.
Durante todo um hiato cujas horas correm na contramão, só penso, penso fundo, em acabar a solidão.
Ele vai estar lá ao fim do dia, mas é uma agonia esperar pelo final.
Como crianças a espera do recreio ou milhos de pipoca na panela.
Enquanto passo esse tempo, nesse intervalo quase que de vida, tento viver a minha, sempre uma corrida.
Todos os dias são iguais. Um vício da expectativa, de ao final daquele dia, ele pegar a minha mão e dizer novamente o que se diz por aí de mãos dadas.
Par de sapatos
- Agora vocês vão correr e achar o par do sapato de vocês! 1, 2, 3, valendo!!!
Uma brincadeira de festa infantil. Tudo que eu precisava agora era achar o meu outro pé de sapato. Não só um, pra dizer bem a verdade.
Queria um par de sapatos comigo. Um par de tênis pra correr ao meu lado e pra sair por aí mudando meu rumo a cada esquina.
Não imaginava na minha infância, quando a maior dificuldade era desembaralhar tênis sujos da pilha no chão, que a metáfora seria tão difícil na vida adulta.
Desembaralhar pessoas é bem mais complicado... E puxar o pé errado é sempre muito fácil...
Às vezes na imaginação penso nessas brincadeiras e como seria se eu tivesse que descrever meu sapato, mas não pudesse vê-lo e nem saber como é de verdade.
Eu poderia dizer cores, tamanhos, saltos... Até onde foi feito!
Mas mesmo que eu imaginasse perfeitamente, nunca seria igual ao que tenho nas mãos.
Sapatos e tênis... Um só pro resto da vida?! Mas um só par que servisse pra tudo! E eu não teria mais que imaginar e nem trocar. A validade dependeria do meu cuidado e da minha vontade de caminhar.
Ah, se fossem as pessoas fáceis de calçar. Até pro meu pé tamanho 40 eu teria um par!
Mesmo diferente do pensamento, seria simples o sentimento. Não preciso mais de outros pares e nem da perfeição de um imaginário.
Só precisaria de, com os pés descalços, encontrar pra mim meu par.
Uma brincadeira de festa infantil. Tudo que eu precisava agora era achar o meu outro pé de sapato. Não só um, pra dizer bem a verdade.
Queria um par de sapatos comigo. Um par de tênis pra correr ao meu lado e pra sair por aí mudando meu rumo a cada esquina.
Não imaginava na minha infância, quando a maior dificuldade era desembaralhar tênis sujos da pilha no chão, que a metáfora seria tão difícil na vida adulta.
Desembaralhar pessoas é bem mais complicado... E puxar o pé errado é sempre muito fácil...
Às vezes na imaginação penso nessas brincadeiras e como seria se eu tivesse que descrever meu sapato, mas não pudesse vê-lo e nem saber como é de verdade.
Eu poderia dizer cores, tamanhos, saltos... Até onde foi feito!
Mas mesmo que eu imaginasse perfeitamente, nunca seria igual ao que tenho nas mãos.
Sapatos e tênis... Um só pro resto da vida?! Mas um só par que servisse pra tudo! E eu não teria mais que imaginar e nem trocar. A validade dependeria do meu cuidado e da minha vontade de caminhar.
Ah, se fossem as pessoas fáceis de calçar. Até pro meu pé tamanho 40 eu teria um par!
Mesmo diferente do pensamento, seria simples o sentimento. Não preciso mais de outros pares e nem da perfeição de um imaginário.
Só precisaria de, com os pés descalços, encontrar pra mim meu par.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Tacos
Mi amor, donde está?
Perdí en otro mar
En un espacio que no es acá
Que me hace falta.
Me gustaría solamente
Amar y amar por todo el siempre.
Sin qué fuera sola
Amar con el amor
Ni supiera que era posible sufrir sin amor...
No hay color...
En blanco puro esta mi corazón.
Nadie puede vivir así.
Donde esta ese amor?
Que por esas calles se me fue
Partió por la esquina
Y se tomó mis esperanzas.
Donde esta el otro día,
Ya no hay más tiempo para buscar.
No tengo más coraje para buscar...
Todas las noches es en mi sueño
Que tengo un amor que no existe
Que mi dolor es mayor que la vida
Y que descubro que no se vivir sin amar.
No puedo soportar...
Que hiciera ciudad con mi corazón?!
El Salvador no fue suficiente...
Aún espero. Espero.
Como sí por la puerta se pudiera surgir
De adentro de las rutas afuera
Para desdoblar mi sentimiento.
Que salga de las calles
Y empiece un nuevo camino.
En esa Estrada no tengo más destino.
Perdí en otro mar
En un espacio que no es acá
Que me hace falta.
Me gustaría solamente
Amar y amar por todo el siempre.
Sin qué fuera sola
Amar con el amor
Ni supiera que era posible sufrir sin amor...
No hay color...
En blanco puro esta mi corazón.
Nadie puede vivir así.
Donde esta ese amor?
Que por esas calles se me fue
Partió por la esquina
Y se tomó mis esperanzas.
Donde esta el otro día,
Ya no hay más tiempo para buscar.
No tengo más coraje para buscar...
Todas las noches es en mi sueño
Que tengo un amor que no existe
Que mi dolor es mayor que la vida
Y que descubro que no se vivir sin amar.
No puedo soportar...
Que hiciera ciudad con mi corazón?!
El Salvador no fue suficiente...
Aún espero. Espero.
Como sí por la puerta se pudiera surgir
De adentro de las rutas afuera
Para desdoblar mi sentimiento.
Que salga de las calles
Y empiece un nuevo camino.
En esa Estrada no tengo más destino.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Setembro chove ?!
Setembro chove?
Nao choveu.
Ao menos pra mim.
Nao caiu gota sequer,
Nem pra molhar e nem pra esquecer.
Setembro nao choveu.
Ficou seco.
Nao como as folhas do outono
Seguindo o ritmo do ano
Desidratou. Totalmente.
Ficou craquelado,
Sem uma gota de vida.
Outono de cinzas.
Setembro saiu de um ano
E Entrou com um novo desejo:
De que chova! seja como for!
Que um diluvio passe
Pra arrastar o que resta
Ou pra acabar com essa seca eterna.
Que nao chove nao chove nada.
Nem de dia ou na madrugada.
Setembro nao choveu.
domingo, 26 de agosto de 2012
Lá embaixo
Quantas pessoas lá embaixo
Quantas luzes na escuridão
Milhões sorrindo ou chorando
Perdidos na multidão.
Queria encontrar só um
Um só que valesse o chão
E eu desceria desse céu
Acabaria com esse vão.
Olho daqui de cima
E muitas pensam que é um não
Na verdade é medo da descida
Lá embaixo sou apenas grão.
Sei que nesse mundo
muitos, vários se vão
E eu fico olhando olhando
Perdida, sem direção.
Posso continuar a rima
Ou chamar um escrivão
Não faz muita diferença
Quando o Fim não tem razão.
Espero um dia encontrar
O piloto desse avião
Porque de pista muito já sei
Mas Falta guiar a emoção.
Quantas luzes na escuridão
Milhões sorrindo ou chorando
Perdidos na multidão.
Queria encontrar só um
Um só que valesse o chão
E eu desceria desse céu
Acabaria com esse vão.
Olho daqui de cima
E muitas pensam que é um não
Na verdade é medo da descida
Lá embaixo sou apenas grão.
Sei que nesse mundo
muitos, vários se vão
E eu fico olhando olhando
Perdida, sem direção.
Posso continuar a rima
Ou chamar um escrivão
Não faz muita diferença
Quando o Fim não tem razão.
Espero um dia encontrar
O piloto desse avião
Porque de pista muito já sei
Mas Falta guiar a emoção.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Altar do culto
O sujeito a quem dedico
A quem proclamo
Que me inspira
Que faz com que eu respira.
Esse sujeito que não sei se fico
Ou se de uma vez amo
O talzinho que nunca nada diz
Fica com cara de "bem que se quis".
Esse cara, sei lá, sabe...
Um dia ele ainda se abre
E vem deixar que eu o leve
Nem que seja só num breve.
Esse sujeito podia sair do anonimato
Dar a mão em um só ato.
Esse sujeito oculto.
Que em sonho culto
Sozinha em um altar.
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