quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Silêncio

Fogos de artifício
Num queimar incessante
Nada agora mais que esse constante.

Lábios mordidos dos lados
Rasgando aos poucos, lentamente
Algo acomete minha mente.

Nas ruas segue o trânsito
Carros fluem acelerados
E tudo sendo levado.

Enquanto...

aguardo quieta.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Nadie

Si no fuera a mi...
¿A quién se podría decir
que el alma se ha cargado
de soltar por las ventanas?
Yo solo tengo ganas
De no decir ahora
Que mi aguardo está lleno
Y que no hay más nada...
Por lo que viene,
Yo no más temo.

Guantes

Los mismos motivos
Me hacen llorar ahora...
Se fueran .
Los peligros existem
Todos allí fuera.
En nuestra espera
Que olvida siempre
Que en el mundo
Hay mucho más.

Encuanto espero,
Cubro mis manos con sus guantes.

Pernas

Quatro pernas.
Uma, pouco
Duas, apenas um
Três, às vezes não sustenta.
É preciso pares
Para o equilíbrio perfeito.
Pra ver se assento.

Pra Ana Paula

Existe prazer além da dor.
Existe dor além do prazer.
O que não deve existir nunca
É o medo desse transpor,
O receio de que depois
O vício acometa seu ser.

(Obs: vai por mim...)

terça-feira, 26 de agosto de 2008