sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Iré a São Paulo un día
"No he dominado nada
tuyo, nada de ti
se me ha rendido, estás
como te conocí,
y si te doy la mano
o te rodeo con ella
la cintura, me cuesta
todavia acoplarme
a tu temperatura,
porque te temo aún.
Vienes de una ciudad
febril como me gustan,
sin pausas y sin cielo,
una ciudad que no
descansa de su angustia,
iré a São Paulo un dia
a devolverte algo"
Fabio Morábito
tuyo, nada de ti
se me ha rendido, estás
como te conocí,
y si te doy la mano
o te rodeo con ella
la cintura, me cuesta
todavia acoplarme
a tu temperatura,
porque te temo aún.
Vienes de una ciudad
febril como me gustan,
sin pausas y sin cielo,
una ciudad que no
descansa de su angustia,
iré a São Paulo un dia
a devolverte algo"
Fabio Morábito
terça-feira, 11 de maio de 2010
Zéfini II
De todas as faltas,
Da ausência que senti,
Da presença que não esteve.
Da procura não encontrada,
Da busca ignorada,
Do desejo renegado,
De você não ser meu namorado.
De tudo isso que não tive
Do que sinto mais saudades
Não é desse passado.
Mas de todas as histórias de amor
E de todo os presentes que eu não vivi.
Da ausência que senti,
Da presença que não esteve.
Da procura não encontrada,
Da busca ignorada,
Do desejo renegado,
De você não ser meu namorado.
De tudo isso que não tive
Do que sinto mais saudades
Não é desse passado.
Mas de todas as histórias de amor
E de todo os presentes que eu não vivi.
Zéfini
Não quero ser sua amiga.
Não quero saber de você.
Vou fingir que nunca senti nada.
Se eu não sou sua namorada,
Prefiro ter a sua vida ignorada.
Não posso mais fingir.
Nem sei de onde vem agora tanto autocontrole.
Mas não quero mais saber de você.
Acabou qualquer memória.
Qualquer chance de uma nova velha história.
Cansei.
Não quero saber de você.
Vou fingir que nunca senti nada.
Se eu não sou sua namorada,
Prefiro ter a sua vida ignorada.
Não posso mais fingir.
Nem sei de onde vem agora tanto autocontrole.
Mas não quero mais saber de você.
Acabou qualquer memória.
Qualquer chance de uma nova velha história.
Cansei.
Só a mãozinha
Qual a culpa pelos erros do coração?
Se eu pagar por eles, recebo o seu perdão?
Prometo não repetir!
Me dá a sua mão?
Só uma vez, deixe-me fazer o que preciso com você.
Submeta-se sem medo.
Vou devagarinho...
Não vai doer.
Se eu pagar por eles, recebo o seu perdão?
Prometo não repetir!
Me dá a sua mão?
Só uma vez, deixe-me fazer o que preciso com você.
Submeta-se sem medo.
Vou devagarinho...
Não vai doer.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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